Imprimir Trabalhos de conclusão de curso
Impressão de trabalhos académicos, trabalhos de conclusão de licenciatura, trabalhos de conclusão de mestrado, trabalhos de conclusão de curso e teses de doutoramento
Recomendações e informações
Se estás no último ano da licenciatura e a pensar em como lidar com o trabalho necessário para conseguires o diploma; se estás a dedicar-te de corpo e alma àquele mestrado tão necessário para completar o teu currículo e teres garantias de acesso a um mercado de trabalho cada vez mais exigente; ou se estás a dar os últimos retoques naquela tese de doutoramento à qual dedicaste os últimos 3 ou 4 anos da tua vida, aconselhamos-te a ler este artigo, destinado não só a aconselhar-te sobre a melhor forma de lidar com estes trabalhos decisivos para a tua vida, mas também a ponderar as melhores opções disponíveis para imprimir, encadernar e apresentar teses.
Esperamos que as informações que te fornecemos na Tesis Doctorales Online e os nossos conselhos te sejam úteis.
IMPRIMIR TRABALHO DE FINAL DE CURSO E MESTRADO
Para obter um diploma universitário em alguns países, como os que fazem parte do Espaço Europeu do Ensino Superior, é necessário realizar um Trabalho ou Projeto de Conclusão de Curso, conhecido como PFC.
Na sequência da reforma universitária de Bolonha, em Espanha este projeto passou a ser obrigatório para a obtenção de qualquer diploma oficial de licenciatura e mestrado. PFC.
Para obter um diploma oficial de licenciatura realiza-se o chamado TFG (Trabalho de Final de Licenciatura), no qual o aluno deve realizar um projeto de investigação individual sob a orientação de um tutor, conhecido como orientador de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e apresentar uma tese final, que deverá ser defendida perante uma banca que avaliará e classificará o projeto. Tem entre 6 e 30 ECTS ou créditos europeus, a unidade de medida da atividade dedicada ao estudo. Estes créditos irão completar os 240 créditos ECTS necessários para a obtenção do diploma. O seu objetivo é que o aluno adquira as competências próprias do seu curso e integre os conhecimentos adquiridos.
Para obter um título oficial de mestrado é obrigatório realizar o TFM (Trabalho de Final de Mestrado), com um procedimento e objetivos semelhantes aos do TFG. Um mestrado, também conhecido como «Maestría» ou «Magíster», é um curso de pós-graduação com uma duração entre um e dois anos, que só pode ser frequentado após o aluno ter obtido o diploma de licenciatura.
Para obter o grau de doutor é necessário realizar uma tese de doutoramento, um trabalho de investigação original que analisará diferentes publicações de outros autores sobre um tema específico. O Doutoramento é o grau académico mais elevado que se pode obter no meio universitário, e a extensão das teses apresentadas varia consoante a área de conhecimento em questão ou os requisitos das diferentes universidades.
Para todos estes trabalhos académicos, costuma-se seguir os seguintes passos:
- Eleição do tutor ou diretor e do tema.
2. Planeamento relativo ao trabalho a realizar.
3. Documentação, recolha e organização dos dados.
4. Fase experimental, para verificar e demonstrar se as hipóteses iniciais são ou não válidas.
5. Redação, quer seja em paralelo com as fases anteriores, quer na fase final do processo de investigação, devendo sempre manter uma linguagem e um estilo adequados aos textos científicos.
6. Defesa pública perante uma comissão examinadora, que irá analisar e avaliar a tese.
CONTEÚDO E ESTRUTURA DOS PFC, TFG, TCM E TESES DE DOUTORAMENTO
Os conteúdos Os requisitos destes trabalhos académicos variam consoante as requisitos das escolas e universidades onde sejam ministradas (por isso, é de extrema importância que consultes o regulamento dos estudos e que fales com o teu orientador ou diretor de projeto sempre que for necessário), mas, em geral, as PFC, Trabalho de Conclusão de Curso e TFM são normalmente trabalhos com cerca de 45 a 85 páginas, enquanto as tese As teses de doutoramento ultrapassam, em muitos casos, as 500 páginas. Não é por acaso que as investigações dos doutoramentos costumam durar entre 3 e 5 anos.
No entanto, em termos gerais, a estrutura costuma ser a mesma:
- Capa e folha de rosto: devem incluir um título conciso que esclareça, à primeira vista, o objeto da investigação. A folha de rosto é a primeira folha que aparece a seguir à capa e não é numerada; nela devem constar os teus dados pessoais e os do orientador ou tutor que supervisionou a tua investigação.
- Índice numerado: é o guia que a tua banca examinadora utilizará para analisar facilmente o teu trabalho. Deves incluir todas as secções e subsecções em que o teu trabalho se divide, indicando o número da página em que cada uma delas se encontra.
- Monografia: é o trabalho em si, o resultado da tua investigação. Na monografia, deves incluir o texto que escreveste, as tuas conclusões, as figuras e tabelas, as notas de rodapé, etc.
- Bibliografia: deve incluir todas as referências que utilizou no seu trabalho, desde o mais modesto dos artigos até ao mais extenso dos livros, passando por revistas, monografias, outras teses que tenha consultado, notícias, entrevistas… É claro que, vivendo como vivemos na era da Internet, esta secção permite que inclua todo o material que tenha utilizado na rede, como blogs, páginas oficiais, documentos PDF, etc.
- Anexos: secção mais comum em teses de doutoramento do que em trabalhos de conclusão de curso (PFG, TFG e TFM); nela deve incluir todo o material complementar necessário para a sua investigação, como fórmulas, questionários, glossário de termos, tabelas de dados, cálculos…
- Agradecimentos: embora não seja obrigatório, é bastante comum incluir uma secção de agradecimentos, seja no final ou no início do trabalho.
RECOMENDAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS DE FINAL DE CURSO, TRABALHOS DE FINAL DE LICENCIATURA, TRABALHOS DE FINAL DE MESTRADO E TESES DE DOUTORAMENTO
A principal recomendação é seguir à risca as normas das diferentes universidades e escolas, bem como as orientações do orientador responsável pelo teu trabalho.
No entanto, a seguir iremos explicar-lhe o que costuma ser mais comum, caso não exista uma regulamentação definida.
– Capa: costuma seguir modelos pré-definidos fornecidos pela própria faculdade, mas, caso isso não aconteça, é melhor esquecer composições rococó com figurinhas e coisas estranhas, algo que, na maioria das vezes, vai fazer com que a banca examinadora fique contra ti. Eles não gostam que os tomem por professores de jardim de infância.
– Tamanho das folhas: o mais adequado é o DIN A4 para PFC, TFG e TFM e o de 17 x 24 para as teses de doutoramento. Para trabalhos em que seja necessário elaborar plantas, como é o caso da licenciatura em Arquitetura, o formato mais utilizado é o A4 ou tamanhos ainda maiores que possam ser dobrados.
– Tamanho da letra: basta usar o bom senso. O tamanho mais utilizado varia entre 11 e 12 pontos. Letras maiores ocupariam demasiado espaço e letras mais pequenas teriam de ser lidas com uma lupa.
– Tipografia: na ausência de indicações, deve-se optar pelas mais tradicionais e reconhecíveis em todo o mundo: Arial, Times New Roman, Helvetica, Calibri ou Verdana. As que deve evitar são as fontes ornamentadas, como no caso da capa. A sobriedade é um valor no mundo dos trabalhos académicos. Não se trata do mundo do espetáculo, mas sim do mundo da ciência.
– Margens: deve incluí-las sempre e recomenda-se que tenham um mínimo de 2 centímetros. Procura que o teu trabalho tenha um aspeto centrado e equilibrado, sem desequilíbrios nas margens superior e inferior e com mais margem à esquerda do que à direita. Um exemplo de equilíbrio seria 6 cm na margem esquerda, 4 na margem superior e 2 nas margens inferior e direita.
– Espaçamento entre linhas: muito importante para que o trabalho não pareça uma sopa de letras indecifrável nem um espaço meio vazio com algumas linhas escritas. O habitual é o que é o valor padrão dos editores de texto, podendo ser aumentado até 1,5 pontos. O alinhamento justificado, que está integrado em qualquer editor de texto, conferirá ao texto o tom formal necessário.
– Hierarquização dos textos: qualquer editor de texto atual permite-nos hierarquizar os nossos trabalhos de forma concisa e clara, através da subdivisão em secções e subsecções, de modo a que os títulos sejam maiores do que os subtítulos e estes, por sua vez, maiores do que as suas próprias subdivisões. É muito importante utilizar o subrayado e a negrito para destacar o que consideramos mais importante no texto, bem como a itálico para as citações textuais. É também importante não abusar, para que o texto não pareça um buraco negro e se torne ilegível. Tal como em tudo o que estamos a referir, o equilíbrio é fundamental. Nem monotonia nem excesso.
– Figuras e tabelas: serão consideradas figuras todos os desenhos, mapas, diagramas, fotografias e gráficos. Todos deverão incluir um título com o respetivo identificador com numeração arábica consecutiva (fig. 1, fig. 2), podendo incluir também o número do capítulo, se o considerar necessário (fig. 2.1, fig. 2.2). As tabelas serão igualmente identificadas e numeradas. Tanto as figuras como as tabelas devem incluir uma nota de rodapé que indique a sua fonte.
SISTEMAS DE CITAÇÃO EM TRABALHOS DE FINAL DE CURSO, TRABALHOS DE FINAL DE LICENCIATURA, TRABALHOS DE MESTRADO E TESES DE DOUTORAMENTO
É fundamental citar corretamente os trabalhos de outros autores ou estudantes, pois, caso não o faças ou o faças de forma incorreta, podes ser acusado de plágio e perder todo o trabalho realizado ao longo de meses ou anos.
É aconselhável que as citações sejam curtas e pertinentes. Não se pode escrever um trabalho composto por 50% de citações, nem muito menos, pois isso seria considerado plágio, logicamente.
Existem 3 sistemas de citação:
1. Sistema de nome e data, também conhecido como sistema Autor-Ano ou Sistema Harvard. As referências são apresentadas no corpo do texto, utilizando o apelido do autor citado, a data de publicação e, entre parênteses, a página citada. Não são necessárias notas de rodapé. Vejamos alguns exemplos:
– O autor e o ano são indicados entre parênteses (Smith, 1995) ou o autor é mencionado no corpo do texto e o ano entre parênteses («Smith (1995, b, p. 225) afirmou que…»).
– Se forem citados dois ou mais autores, estes devem ser separados por ponto e vírgula (Smith 1995; Jones 1997).
– Se o autor tiver várias publicações do mesmo ano, estas são numeradas com as letras a, b… Também se podem indicar as páginas dos documentos citados a que se está a referir (Smith, 1995; Jones 1997 b, p. 336).
2. Sistema numérico: sistema através do qual as referências bibliográficas são numeradas por ordem de aparecimento e indexadas no final do documento. Trata-se de um sistema pouco utilizado em monografias, sendo mais comum a sua utilização em revistas.
– A citação é indicada com sobrescrito, colchetes ou parênteses.
– À medida que se vão citando, a numeração é consecutiva.
– As citações subsequentes do mesmo autor devem ser indicadas com o mesmo número.
– As páginas onde a informação aparece podem ser indicadas.
3. Sistema de notas contínuas: permite inserir notas no texto, quer na forma de notas de rodapé, quer no final do capítulo.
As citações podem conter qualquer tipo de informação ou observações.
A lista numerada de citações pode ser colocada no final do capítulo ou na própria página em que aparece.

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